Delirar é quebrar as formas mentais, sociais, naturais, cronológicas, conectar fluxos de vida, rompendo com as lógicas fechadas em si mesmas. É saber errar de forma inocente (pela alma, pela Terra, pelo tempo), colocando as próprias noções de 'verdade' e de 'eu' em risco. Aliando-se ao filósofo Gilles Deleuze, o curso explorará o caráter delirante da inocência em Fellini, do instinto em Buñuel e do sonho em David Lynch. 

TÓPICOS

 

- Fellini e a inocência

 

- Buñuel e o instinto

 

- David Lynch e o sonho

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